PINTURAS






Museu de Arte do Rio Grande do Sul

Modernismo em Paralaxe
10ª Bienal de Mercosur, Porto Alegre, Brasil. Octubre de 2015.












10ª BIENAL NO MARGS

Modernismo em Paralaxe: Exposição que irá reescrever a constituição da modernidade específica dos países da América Latina – ou de suas diversas modernidades – que se mostram, em muitos casos, ocultas pela crítica e pela historiografia. A exposição apresenta uma visão revisionista da modernidade destes países que se transforma em uma confluência de obras, teoria e manifestos artísticos que constituem uma redefinição do projeto moderno nas margens.
LOCAL: Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – MARGS



ARTISTAS

• Abraham Palatnik (Natal-Rio Grande do Norte, Brasil, 1928)
• Adán Vallecillo (Danlí-Honduras, 1977)
• Adrián Gaitán (Cali-Colômbia, 1983)
• Albano Afonso (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1964)
• Alberto Baraya (Bogotá-Colômbia, 1968)
• Alberto Bitar (Belém-Pará, Brasil, 1970)
• Alberto da Veiga Guignard (Nova Friburgo-RJ, 1896 - Belo Horizonte-MG, 1962)
• Almir Mavignier (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1925)
• Alvaro Seixas (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1982)
• Amilcar de Castro (Paraisópolis-Minas Gerais, Brasil, 1920 - Belo Horizonte-Minas Gerais, Brasil, 2002)
• Ana Norogrando (Cachoeira do Sul-Rio Grande do Sul, Brasil, 1951)
• Analivia Cordeiro (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1954)
• André Petry (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1958)
• Antonio Dias (Campina Grande-Paraíba, Brasil, 1944) 
• Ascânio MMM (Fão-Portugal, 1941)
• Augusto de Campos (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1931)
• Beatriz Dagnese (Nova Bassano-Rio Grande do Sul, Brasil, 1954)
• Britto Velho (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1946)
• Carlos Asp (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1949)
• Carlos Cruz-Diez (Caracas-Venezuela, 1923)
• Carmelo Arden Quin (Rivera-Uruguay, 1913-2010)
• César Paternosto (La Plata-Argentina, 1931) 
• Diego Masi (Montevideo-Uruguay, 1965)
• Diego Rivera (Guanajuato-México,1886 - Cidade do México-México, 1957)
• Dirnei Prates (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1965)
• Dudi Maia Rosa (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1946)
• Eduardo Terrazas (Guadalajara-México, 1936)
• Estrada (Buenos Aires-Argentina, 1942)
• Federico Herrero (San José-Costa Rica, 1978)
• Feliciano Centurión (San Ignacio-Argetina, 1962 - Buenos Aires-Argentina, 1996)
• Felipe Cohen (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1976)
• Felipe Rivas (Chile-Valdivia, 1982)
• Ferreira Gullar (São Luís-Maranhão, Brasil, 1930)
• Flávio de Carvalho (Amparo da Barra Mansa-Rio de Janeiro, Brasil, 1899 - Valinhos-São Paulo, Brasil, 1973)
• Flávio Cerqueira (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1983)
• Flávio Morsch (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, Brasil, 1963)
• Francisco Ugarte (Guadalajara-México, 1973)
• Frantz (Rio Pardo-Rio Grande do Sul, Brasil, 1963)
• Franz Weissmann (Knittefeld-Áustria, 1911 - Rio de janeiro-Rio de Janeiro, 2005)
• Gabriel de la Mora (Colima-México, 1968)
• Gabriel Fernández Ledezma (Aguascalientes-México, 1900 - Cidade do México-México, 1983)
• Galeno (Parnaíba-Piauí, Brasil, 1957)
• Germán Cueto (Cidade do México-México, 1893 – 1975) 
• Hélio Oiticica (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1937 - 1980)
• Horacio Zabala (Buenos Aires-Argentina, 1943)
• Iberê Camargo (Restinga Seca-RS, Brasil, 1914 - Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1994)
• Iole de Freitas (Belo Horizonte-Minas Gerais, Brasil, 1945)
• Ione Saldanha (Alegrete-Rio Grande do Sul, Brasil, 1919 - Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 2001)
• Iván Candeo (Caracas-Venezuela, 1983)
• Ivan Serpa (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1923 - 1973)
• Jac Leirner (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1961)
• Jesús Rafael Soto (Ciudad Bolívar-Venezuela, 1923 - Paris-França, 2005)
• João Fahrion (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1898 - 1970)
• João Osório Brzezinski (Castro-Paraná, Brasil, 1941)
• Joaquim do Rego Monteiro (Recife-Pernambuco, Brasil,1903 - Paris-França, 1934)
• José Dávila (Guadalajara-México, 1974)
• José Luis Falconi (Lima-Perú, 1975)
• José Resende (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1945)
• Juan Pablo Renzi (Casilda-Argentina, 1940 - Buenos Aires-Argentina, 1992)
• Judith Lauand (Pontal-São Paulo, Brasil, 1922)
• Julio Plaza (Madri-Espanha, 1938 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 2003)
• Karin Lambrecht (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1957)
• Leonilson (Fortaleza-Ceará, Brasil, 1957 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1993)
• Luis Ernesto Arocha (Barranquilla-Colombia, 1932)
• Luiz Paulo Baravelli (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1942)
• Luiz Sacilotto (Santo André-São Paulo, 1924 - São Bernardo do Campo-São Paulo, 2003)
• Lucio Fontana (Rosario de Santa Fé-Argentina, 1899 - Comabbio-Varese, Itália, 1968)
• Lygia Clark (Belo Horizonte-Minas Gerais, Brasil, 1920 - Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1988)
• Lygia Pape (Nova Friburgo-Rio de Janeiro, Brasil, 1927 - Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 2004)
• Macaparana (Macaparana-Pernambuco, Brasil, 1952)
• Mário Cravo Jr. (Salvador-Bahia, Brasil, 1923) 
• Mário Röhnelt (Pelotas-Rio Grande do Sul, Brasil, 1950)
• Milton Kurtz (Santa Maria-Rio Grande do Sul, Brasil, 1951 - Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1996)
• Milton Machado (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1947)
• Mira Schendel (Zurique-Suíça, 1919 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1988)
• Montez Magno (Timbaúba-Pernambuco, Brasil, 1934)
• Nelson Leirner (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1932)
• Paulo Flores (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1926 - Santa Maria-Rio Grande do Sul, Brasil, 1957)
• Pedro Weingärtner (Porto Alegre-Rio Grande do Sul, Brasil, 1853 - 1929)
• Pia Camil (Cidade do México-México, 1980)
• Tarsila do Amaral (Capivari-São Paulo, Brasil, 1886 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1973)
• Tony Camargo (Paula Freitas-Paraná, Brasil, 1979)
• Rafael Alonso (Niterói-Rio de Janeiro, Brasil, 1983)
• Rodrigo Cass (São Paulo-São Paulo, Brasil, 1983)
• Rodrigo Garcia Dutra (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil,1981)
• Rubem Valentim (Salvador-Bahia, Brasil, 1922 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1991)
• Saint Clair Cemin (Cruz Alta-Rio Grande do Sul, Brasil, 1951)
• Sérgio Camargo (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1930 - 1990)
• Shirley Paes Leme (Cachoeira Dourada-Goiás, Brasil, 1955)
• Véio (Nossa Senhora da Glória-SE, 1948)
• Vicente do Rego Monteiro (Recife-Pernambuco, Brasil, 1899 - 1970)
• Xavier Guerrero (San Pedro de las Colonias, Coahuila-México, 1896 - Cidade do México-México, 1974)
• Waldemar Cordeiro (Roma-Itália, 1925 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1973)
• Waltércio Caldas (Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, Brasil, 1946)
• Willys de Castro (Uberlândia-Minas Gerais, Brasil, 1926 - São Paulo-São Paulo, Brasil, 1988)

































TÍTULO: “GEOMETRICO RG503”
MEDIDA: 158 cm. x 158 cm. / 62” X 62” 
TÉCNICA: Pintura acrílico sobre lienzo
AÑO: 2015


TÍTULO: “GEOMETRICO BM504”
MEDIDA: 158 cm. x 158 cm. / 62” X 62” 
TÉCNICA: Pintura acrílico sobre lienzo
AÑO: 2015






  























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Geométrico

Diego Masi
Dirección y curaduría: Roberto Ascóniga
Enlace-Arte Contemporáneo
Lima, Perú

Desde el 8 de Abril hasta el 3 de Mayo del 2014


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A partir de 8 de Abril se presenta la exposición individual “GEOMÉTRICO” del artista uruguayo Diego Masi en la galería Enlace-Arte Contemporáneo, de la ciudad de Lima, Perú. 

El enfoque curatorial de la exposición “Geométrico” de Diego Masi, indaga una selección de obras recientes de su investigación formal a través de la geometría y una aproximación al universo conceptual y poético del artista. La exhibición está integrada por más de veinte obras de gran y pequeño formato y una instalación electromecánica titulada “Orgánico” en donde Masi aborda la metáfora de la existencia a través de cuatro objetos realizados en tela y en movimiento continuo. Según el crítico de arte chileno Ernesto Muñoz: “Diego Masi, artista uruguayo de relieve que conforma su obra a partir de una búsqueda incesante, nos lleva a reflexionar acerca de la vitalidad de sus propuestas. El quehacer de este artista es un riguroso contrapunto de blanco al negro que no deja de entusiasmar y perfilar una variante del artista que es el rol de investigador de formas.

Esta investigación a la que aludimos se va presentando en cada obra de gran riesgo visual y se permite hacerle guiños con el espectador con alusiones a los deseos de todos que son esos juegos eróticos.

Los rigurosos y sinuosos dibujos y formas insospechadas aluden a capas del subconsciente a la cual el artista se compromete lanzando recovecos a nuestros ojos. Muchas veces aparecen de manera imprevista. El juego de la forma pura, que fue la tónica en el arte del siglo XX, está en esta escena artística complementada por un componente que no disminuye, sino que hace que seamos conscientes de su propuesta. Unir tendencias es un desafío contemporáneo. Masi al introducirse en espacios investigativos es un fiel expositor de ese mundo de talentos soñadores que es el arte uruguayo y que no nos deja de impresionar. Jacqueline Lacasa, crítica uruguaya, ya plantea el tema del silencio en esta obra y no deja de ser importante al observar a un artista tan decisivo en el desarrollo que ha tomado el arte latinoamericano en este nuevo siglo”. Con respecto a la obra Jaqueline Lacasa escribe: “La obra de Diego Masi es producto de un extenso recorrido e investigación en el campo de la producción audiovisual. Su obra exige un tipo de atención particular, tanto en lo formal de su definición pictórica como en otros tipos de proyecto que remiten a complejas instalaciones o proyectos de intervención urbana que han marcado una nueva forma de ver y de hacer arte en la ciudad. Su pintura es un campo de fuerzas, sometidas al contraste permanente de negros y blancos, logrando planos múltiples con perspectivas que se pierden en espirales y recovecos.

En ese proceso la obra cobra un tipo de fisonomía particular, cada capa de pintura se combina en múltiples movimientos y el ojo se prepara para capturar lo que el artista propone como dispositivo de acción en el plano, un interminable ejercicio especular, sometido a guiarse por la superposición de zonas que contrastan y se elevan desde el plano.Este movimiento parece en ocasiones dar vida a personajes de amorfas proporciones que resultan de una concentrada y profunda ironía. El artista acciona un dispositivo que va más allá de la línea y el punto sobre el plano y el componente cinético de la obra, Masi logra convocar parte del mundo que instala en el lienzo a través de una técnica magistral y genera artefactos que siguen el ritmo de su pintura hacia lo tridimensional.El silencio en su obra es el marco donde operan las fuerzas que surgen desde la mirada del Otro, ese Otro que compromete su movilidad y pasa a ser parte del espacio real de juego y la reproducción de los sentidos puesta en el disfrute y perturbación de la obra de arte.”

Diego Masi. Graduado de la Escuela Nacional de Bellas Artes de Montevideo, Uruguay, donde se formó en el taller de Luis Ernesto Aroztegui entre 1987 y 1993. De 1987 a la actualidad recibió premios nacionales e internacionales. Participó en exposiciones individuales y colectivas. Sus obras fueron expuestas en en diferentes instituciones y galerías de Uruguay, Argentina, Canadá, EE.UU., Puerto Rico, Francia, Perú, Alemania, Singapur, Brasil, Uruguay, Londres, Dubai, Australia, España, Italia, Ginebra, Mónaco, Hong Kong, Japón, y Seúl.

De Lunes a Sábado de 11 a.m. a 8 p.m.

Enlace-Arte Contemporáneo
Av. Prado y Aliaga 676, San Isidro
Lima, Perú.
Teléf.: (51 1) 222 5714
http://www.enlaceart.com











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Diego Masi./ "ORGÁNICO"/ Detalle de Instalación electromecánica./ 2014.
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Enlace - arte contemporáneo

Tiene el agrado de invitarlo a la inauguración de la muestra individual 
"GEOMÉTRICO" de Diego Masi.


Martes 8 de Abril de 2014 - 7:30 pm
Av. Prado y Aliaga 676, San Isidro, Lima - Perú.
Tel: (511) 2225714 Email: info@enlaceart.com
La muestra permanecerá abierta hasta el 3 de Mayo.
Horario de atención: 
Lunes a Sábado de 11 a.m. a 8 p.m.


Dirección y curaduría: Roberto Ascóniga
Textos: Eduardo Muñoz y Jaqueline Lacasa


GEOMÉTRICO

Diego Masi, artista uruguayo de relieve que conforma su obra a partir de una búsqueda 
incesante, nos lleva a reflexionar acerca de la vitalidad de sus propuestas.
El quehacer de este artista es un riguroso contrapunto de blanco al negro que no deja de 
entusiasmar y perfilar una variante del artista que es el rol de investigador de formas.
Esta investigación a la que aludimos se va presentando en cada obra de gran riesgo visual 
y se permite hacerle guiños con el espectador con alusiones a los deseos de todos que son 
esos juegos eróticos.
Los rigurosos y sinuosos dibujos y formas insospechadas aluden a capas del subconsciente 
a la cual el artista se compromete lanzando recovecos a nuestros ojos. Muchas veces 
aparecen de manera imprevista.
El juego de la forma pura, que fue la tónica en el arte del siglo XX, está en esta escena 
artística complementada por un componente que no disminuye, sino que hace que seamos 
conscientes de su propuesta. Unir tendencias es un desafío contemporáneo. Masi al introducirse en 
espacios investigativos es un fiel expositor de ese mundo de talentos soñadores que es el 
arte uruguayo y que no nos deja de impresionar.
Jacqueline Lacasa, crítica uruguaya, ya plantea el tema del silencio en esta obra y no deja 
de ser importante al observar a un artista tan decisivo en el desarrollo que ha tomado el 
arte latinoamericano en este nuevo siglo.

Ernesto Muñoz
Secretario AICA internacional
Capítulo chileno



EL MARCO DEL SILENCIO 

La obra de Diego Masi es producto de un extenso recorrido e investigación en el campo de la producción audiovisual.
Su obra exige un tipo de atención particular, tanto en lo formal de su definición pictórica como en otros tipos de proyecto que remiten a complejas instalaciones o proyectos de intervención urbana que han marcado una nueva forma de ver y de hacer arte en la ciudad.
Su pintura es un campo de fuerzas, sometidas al contraste permanente de negros y blancos, logrando planos múltiples con perspectivas que se pierden en espirales y recovecos.
En ese proceso la obra cobra un tipo de fisonomía particular, cada capa de pintura se combina en múltiples movimientos y el ojo se prepara para capturar lo que el artista propone como dispositivo de acción en el plano, un interminable ejercicio especular, sometido a guiarse por la superposición de zonas que contrastan y se elevan desde el plano.
Este movimiento parece en ocasiones dar vida a personajes de amorfas proporciones que resultan de una concentrada y profunda ironía. 
El artista acciona un dispositivo que va más allá de la línea y el punto sobre el plano y el componente cinético de la obra, Masi logra convocar parte del mundo que instala en el lienzo a través de una técnica magistral y genera artefactos que siguen el ritmo de su pintura hacia lo tridimensional.
El silencio en su obra es el marco donde operan las fuerzas que surgen desde la mirada del Otro, ese Otro que compromete su movilidad y pasa a ser parte del espacio real de juego y la reproducción de los sentidos puesta en el disfrute y perturbación de la obra de arte.

Lic. Jacqueline Lacasa.
Crítica de arte, curadora, artista y ex directora del Museo Nacional de Artes Visuales.














Título: “GEOMÉTRICO RP490”
Técnica: Pintura acrílica sobre lienzo empujado 
Medida: 50 cm. x 100 cm. x 12 cm.
Año: 2014






Título: “GEOMÉTRICO GP480”
Técnica: Pintura acrílica sobre lienzo empujado 
Medida: 50 cm. x 100 cm. x 12 cm,
Año: 2014


Diego Masi es graduado de la Escuela Nacional de Bellas Artes de Montevideo, Uruguay, donde se formó en el taller de Luis Ernesto Aroztegui entre 1987 y 1993. De 1987 a la fecha de recibido premios nacionales e internacionales, y ha participado en  exposiciones individuales y colectivas en Uruguay y otros países. Sus obras fueron expuestas en colecciones institucionales y galerías en Argentina, Canadá, EE.UU., Puerto Rico, Francia, Perú, Alemania, Singapur, Brasil, Uruguay, Londres, Dubai, Australia, España, Italia, Ginebra, Mónaco, Hong Kong, Japón, y Seúl.



ACERCA DE ENLACE ARTE CONTEMPORANEO 



“Enlace Arte Contemporáneo” www.enlaceart.com es un espacio expositivo que tiene entre 
sus premisas la promoción nacional e internacional de las artes visuales peruanas y 
latinoamericanas a través de un dinámico plan de exposiciones y participaciones. Para ello 
cuenta con una singular selección de artistas de América Latina. 
José Bedia (Cuba), Sergio Camporeale (Argentina), Antonio De Felipe (España), Michele Del 
Campo (Italia), Amelia Errázuriz (Chile), Claudio Gallina (Argentina), Ana Mercedes Hoyos 
(Colombia), Ignacio Iturria (Uruguay), Diego Masi (Uruguay), Marcos López (Argentina), Carlos 
Masoch (Argentina), Catalina Mena (Chile), Marta Minujin (Argentina), Lorenzo Moya (Chile), 
Claudia Peña (Chile), Claudio Roncoli (Argentina), Antonio Seguí (Argentina), Francisco Toledo 
(México), Jorge Velarde (Ecuador), entre otros.










Apoyan:
Ministerio de Relaciones Exteriores de Uruguay.
Uruguay Cultural Dirección Nacional de Cultura MEC
MINISTERIO DE EDUCACIÓN Y CULTURA URUGUAY
                                          

 




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